Terapia online em português para brasileiros no exterior
É psicoterapia por videochamada, em português, com psicóloga brasileira, para quem mora fora do país. Viviane Pedrosa, CRP 09/014601, atende crianças, adolescentes e adultos em sessões de 50 minutos.
O trabalho é sobre a solidão de viver longe, o luto à distância, a separação e a adaptação, sob a Resolução CFP nº 11/2018 e o mesmo sigilo do presencial.
Por que fazer terapia em português
Você pode ter fluência total no idioma do país onde mora e ainda assim encontrar um limite quando o assunto é o que dói.
A língua materna guarda o que foi vivido primeiro: o modo como sua mãe chamava você, as brigas de família, as músicas, as palavras que não têm equivalente. Ao falar de tudo isso em outro idioma, uma parte do trabalho da sessão vira tradução, e a tradução gasta justamente a energia que deveria estar disponível para sentir.
Há também o que simplesmente não atravessa. Explicar a um terapeuta estrangeiro o que era o Natal na casa da sua avó, ou o peso de não estar presente no enterro do seu pai, exige antes explicar um contexto inteiro. Com alguém que compartilha esse contexto, você começa direto pelo assunto.
O que costuma aparecer no atendimento de quem mora fora
A solidão de quem mora longe
É o que mais aparece, e o que menos se fala. De fora, a vida no exterior parece uma conquista, e ela é. Mas muita gente descreve um isolamento que não esperava: não ter para quem ligar num domingo à tarde, não ter com quem falar na própria língua sobre o que dói, sentir que os amigos novos ainda não conhecem a sua história.
Essa solidão costuma ficar calada, porque contar para quem ficou no Brasil soa como ingratidão, e contar para quem está perto exige explicar demais. A sessão em português é um lugar onde ela pode ser dita inteira, sem tradução e sem precisar justificar a escolha de ter ido.
Luto à distância
É uma das demandas mais frequentes. Alguém morre no Brasil e você não chega a tempo, ou não pode viajar por causa de visto, trabalho ou dinheiro. O luto então acontece sem o velório, sem a casa cheia, sem os rituais que ajudam a tornar a perda real.
Muita gente descreve a sensação de que a pessoa não morreu, e sim continua lá, como sempre esteve, do outro lado. A ausência do corpo e da despedida deixa o luto em suspenso. Há uma página específica sobre terapia para luto online.
O adoecimento de quem ficou
Acompanhar por telefone a doença de um pai ou de uma mãe, receber notícias com atraso e decidir de longe é uma forma particular de desgaste. Costuma vir com culpa por não estar presente, e com a pergunta constante sobre voltar ou não.
Separação longe de casa
Quando uma relação termina no exterior, some junto a rede de apoio. Muitas vezes a mudança de país foi feita por causa daquela relação, ou o visto depende dela. A questão prática e a afetiva ficam amarradas.
A adaptação que não terminou
A expectativa é que a adaptação dure alguns meses. Na prática ela dura anos, e tem fases: o encantamento inicial, o cansaço de ser estrangeira todos os dias, a sensação de não pertencer nem lá nem cá. Sobre esse tipo de travessia, veja terapia para transições de vida.
A vida paralela no Brasil
Os sobrinhos crescendo nas fotos, os amigos que seguiram sem você, a casa que mudou. Voltar de férias e sentir-se visita no próprio lugar de origem é um relato comum, e costuma ser difícil de dizer para quem ficou, porque soa como ingratidão por uma vida que muita gente gostaria de ter.
Como funciona na prática
- Primeiro contato pelo WhatsApp. Você diz em que país mora e o que está buscando.
- Combinamos o horário considerando os dois fusos. Vale confirmar de novo quando houver mudança de horário de verão no seu país.
- Sessões de 50 minutos por videochamada, em Google Meet ou WhatsApp, geralmente semanais.
- Pagamento e valores são informados no primeiro contato, antes de qualquer agendamento.
As formas de pagamento para quem está fora do Brasil e os horários possíveis no seu fuso são combinados nesse primeiro contato, antes de você marcar.
Regulamentação e sigilo
O atendimento psicológico por meio de tecnologia da informação é regulamentado pela Resolução CFP nº 11/2018, que não limita o atendimento ao território brasileiro. O que ela exige é inscrição regular no Conselho.
Sou Viviane Ferreira Pedrosa, psicóloga inscrita no Conselho Regional de Psicologia da 9ª Região sob o número CRP 09/014601. O sigilo é o mesmo do atendimento presencial e as sessões não são gravadas.
Uma observação prática: em caso de emergência, um profissional que atende à distância não consegue acionar socorro no seu endereço. Por isso vale ter localizado, desde o começo, qual é o serviço de emergência do país onde você mora.
Perguntas frequentes
Uma psicóloga brasileira pode me atender se eu moro fora?
Sim. A Resolução CFP nº 11/2018 regulamenta o atendimento psicológico por meio de tecnologia da informação e não restringe o atendimento ao território brasileiro. O que ela exige é que a psicóloga esteja regularmente inscrita no Conselho, como é o meu caso, no CRP 09/014601.
Como funciona a diferença de fuso horário?
O horário é combinado no primeiro contato, considerando o seu fuso e a minha agenda. Vale confirmar o horário nas semanas em que houver mudança de horário de verão no seu país, porque a diferença muda sem aviso.
Por que fazer terapia em português se eu já falo o idioma daqui?
Porque falar bem uma língua não é o mesmo que sofrer nela. As lembranças de infância, os apelidos de família e o que dói de verdade costumam estar guardados no idioma em que foram vividos. Traduzir isso na hora consome uma energia que faz falta na sessão.
Como funciona o pagamento de fora do Brasil?
As formas de pagamento aceitas são informadas no primeiro contato pelo WhatsApp, antes de qualquer agendamento.
Você atende em qualquer país?
O atendimento é online e em português, então a distância não é uma limitação. O que precisa ser combinado é um horário que funcione para os dois fusos.
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Para agendar uma sessão
O primeiro contato é por WhatsApp. Você conta em poucas linhas o que está buscando e combinamos um horário. Atendimento presencial em Goiânia e online para todo o Brasil.
Viviane Ferreira Pedrosa, psicóloga CRP-09/014601, Goiânia/GO. Também por e-mail: contato@vivianepedrosa.com.