Terapia para separação e divórcio em Goiânia
A terapia para separação é um acompanhamento psicológico individual para quem está decidindo, atravessando ou reconstruindo a vida depois do fim de um relacionamento.
Viviane Pedrosa, psicóloga CRP 09/014601, atende crianças, adolescentes e adultos no consultório em Goiânia e por videochamada para todo o Brasil, em sessões de 50 minutos.
O que a separação exige de você, na prática
Separar-se não é um evento, é um período. Ele costuma se organizar em fases que se sobrepõem, e cada uma cobra uma coisa diferente.
1. A decisão
Costuma ser a fase mais longa e a menos visível. Pode durar anos, com idas e voltas, e quase sempre acontece em silêncio. É o período de sustentar uma dúvida sem conseguir compartilhá-la com as pessoas próximas, porque contar já seria dar um passo.
2. Contar para os outros
A separação deixa de ser privada. Família, amigos, colegas e, quando existem, os filhos. Cada conversa dessas exige uma versão do que aconteceu, e é comum perceber que a versão muda conforme quem escuta. Também é quando aparecem os conselhos não pedidos e as tomadas de lado.
3. Dividir a vida
A parte concreta: casa, contas, objetos, rotinas, animais, feriados. Cada decisão prática carrega uma decisão afetiva junto, e é por isso que discutir sobre um móvel raramente é sobre o móvel.
4. Reconstruir a rotina
O período em que a casa fica silenciosa em horários que antes tinham barulho. Aqui aparece a pergunta que costuma ser a mais difícil: o que eu faço agora com o tempo que era nosso.
O que muda na identidade de quem se separa?
Uma relação longa não é só uma convivência. Ela organiza quem você é: os horários, o lugar na família, a forma como você é chamada, os planos que faziam sentido porque eram para dois.
Quando ela termina, some também uma parte da referência de si. Muita gente descreve isso como não saber mais do que gosta, ou perceber que não sabe decidir sozinha coisas pequenas. Não é fragilidade: é que a decisão vinha sendo tomada em conjunto havia muito tempo.
É exatamente aqui que a escuta de orientação psicanalítica tem algo próprio a oferecer. Em vez de tratar a separação apenas como um problema a ser administrado, ela pergunta o que aquela relação representava na sua história, o que se repetia nela e o que ela sustentava em você. Sem isso, é comum sair de uma relação e reencontrar o mesmo lugar na seguinte.
Separação com filhos
Quando há filhos, a separação não termina o vínculo com a outra pessoa, ela o transforma. Vocês deixam de ser um casal e continuam sendo dois pais, o que exige uma convivência de longo prazo com alguém de quem você está tentando se afastar.
Duas coisas costumam pesar mais nessa configuração:
- a necessidade de manter a compostura na frente das crianças justamente quando você tem menos reserva emocional para isso;
- a culpa, que costuma aparecer como a pergunta se você estragou a infância deles.
A terapia individual não substitui as conversas que precisam acontecer na família, mas dá a você um lugar onde não é preciso se conter.
Separação depois de muitos anos de casamento
Terminar aos cinquenta ou sessenta anos é diferente de terminar aos trinta. Não porque doa mais, mas porque o que se desfaz é maior: décadas de história comum, uma rede de amigos construída a dois, uma família estendida e, muitas vezes, um projeto de velhice que já estava desenhado.
Some-se a isso a sensação de estar recomeçando em um momento da vida em que recomeçar não estava no plano. É comum que essa separação venha junto com outras passagens, como os filhos saindo de casa ou a aposentadoria, e o conjunto pesa mais do que cada parte. Sobre isso, veja também a página de terapia para transições de vida.
Qual é a diferença entre a dor da separação e um quadro que pede acompanhamento?
Tristeza, raiva, insônia, falta de apetite e dificuldade de concentração são respostas esperadas ao fim de uma relação importante. Elas não indicam, por si, que algo está errado com você.
O que costuma pedir atenção profissional é a persistência e o alcance: quando meses se passam e a vida não volta a se organizar, quando o trabalho e os vínculos próximos ficam comprometidos de forma continuada, ou quando aparecem pensamentos de não querer continuar. Nesse último caso, procure ajuda hoje mesmo.
Vale lembrar que a terapia não é só para quando algo se complica. Ela também serve para atravessar melhor o que já é esperado que doa.
Como funciona o acompanhamento
- Primeiro contato pelo WhatsApp. Você conta em poucas linhas o que está buscando.
- Combinamos dia e horário, e se o atendimento será presencial em Goiânia ou por videochamada.
- Sessões de 50 minutos, geralmente semanais, no mesmo dia e horário.
- Sem prazo definido. Algumas pessoas ficam alguns meses, outras seguem por mais tempo. Isso é conversado ao longo do processo, não combinado de antemão.
O atendimento é individual. O consultório fica no Alto da Glória, em Goiânia, com vagas presenciais limitadas, e o online atende todo o Brasil pela Resolução CFP nº 11/2018, com as mesmas regras de sigilo. Se quiser entender como é o primeiro encontro antes de decidir, veja como é a primeira sessão.
Perguntas frequentes
Como funciona a terapia para separação?
É um acompanhamento psicológico individual, em sessões de 50 minutos, geralmente semanais. O trabalho acompanha as decisões práticas do processo e, junto com elas, a reorganização de quem você é fora daquela relação.
Preciso já ter me separado para começar?
Não. Muita gente procura ainda na fase da dúvida, quando a decisão não está tomada. Esse também é um momento de trabalho, e às vezes o mais difícil deles.
Você faz terapia de casal?
Não. O atendimento é individual. Quem procura aqui vem trabalhar a própria travessia da separação, não a relação a dois.
Por que dói tanto mesmo quando fui eu quem decidiu?
Porque decidir não é o mesmo que não perder. Quem decide também perde a rotina, os planos combinados, a família que existia e uma parte da própria identidade. A dor de quem decidiu costuma vir acompanhada de culpa, o que a torna mais difícil de dizer em voz alta.
E quando existem filhos no meio?
A separação com filhos junta duas coisas ao mesmo tempo: atravessar a própria dor e continuar disponível para eles. A terapia é um lugar para você poder falar sem filtro do que não dá para dizer na frente das crianças.
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Para agendar uma sessão
O primeiro contato é por WhatsApp. Você conta em poucas linhas o que está buscando e combinamos um horário. Atendimento presencial em Goiânia e online para todo o Brasil.
Viviane Ferreira Pedrosa, psicóloga CRP-09/014601, Goiânia/GO. Também por e-mail: contato@vivianepedrosa.com.