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Viviane Pedrosa, psicóloga
<!-- RASCUNHO PARA REVISÃO DE VIVIANE PEDROSA. Não publicar sem revisão clínica. -->

Terapia para luto e perdas em Goiânia: como funciona e quando procurar

A terapia para luto é um acompanhamento psicológico para quem perdeu alguém ou viveu outra perda importante. Viviane Pedrosa, psicóloga CRP 09/014601, atende crianças, adolescentes e adultos em Goiânia e online, para todo o Brasil.

As sessões duram 50 minutos e costumam ser semanais. O luto não é doença e não tem prazo definido: o acompanhamento segue o seu ritmo.

O que é o luto?

O luto é a resposta a uma perda. Não é um transtorno, não é fraqueza e não é algo que precise ser corrigido. É o processo pelo qual alguém atravessa a ausência de uma pessoa, de um vínculo ou de uma vida que existia antes.

Ele não segue uma linha reta, e não existe uma sequência de fases que todo mundo cumpre na mesma ordem. Há dias em que parece que passou e dias em que volta inteiro, meses depois, sem aviso.

Luto é só quando alguém morre?

Não. A morte é a forma mais reconhecida de perda, mas não é a única. Também são lutos:

  • o fim de um casamento ou de uma relação longa;
  • a perda de um emprego ou de uma carreira construída por anos;
  • um diagnóstico que muda o que era possível para o seu corpo;
  • a mudança de cidade ou de país, e a vida que ficou para trás;
  • a perda de um projeto de vida, como uma gestação que não veio;
  • o luto por alguém que ainda está vivo, quando uma doença ou um afastamento leva embora a pessoa que aquela pessoa era.

Essas perdas têm menos reconhecimento social. Ninguém manda flores, ninguém pergunta como você está, e é esse silêncio em volta que torna algumas delas mais difíceis de atravessar.

O que costuma acontecer nas primeiras semanas e nos primeiros meses?

Nos primeiros dias é comum uma sensação de irrealidade, e as tarefas práticas ocupam o tempo: documentos, avisos, decisões. Muita gente funciona bem nesse período e só depois sente o peso.

Nas semanas seguintes, quando a rotina dos outros volta ao normal e a sua não volta, a ausência fica mais concreta. Sono, apetite e concentração podem se alterar, e as datas conhecidas costumam ser pontos de virada.

Quando vale procurar ajuda profissional?

Não é preciso estar em situação extrema para procurar: a terapia serve para atravessar o luto, não só para quando ele se complica. Ainda assim, alguns sinais indicam que a companhia de um profissional faz diferença:

  • quando você não consegue falar sobre a perda com ninguém à sua volta;
  • quando a rotina básica, como trabalhar, dormir, comer e cuidar de quem depende de você, não se reorganiza depois de meses;
  • quando a culpa ocupa a maior parte do que você pensa sobre o ocorrido;
  • quando o assunto é evitado a ponto de você organizar a vida para não esbarrar em nada que lembre a pessoa;
  • quando surgem pensamentos de morrer ou de não querer continuar.

O último item pede atenção imediata. Se for o seu caso agora, procure ajuda hoje, pelos canais no final desta página.

O que a terapia para luto faz, e o que ela não faz

A terapia não faz:

  • não apaga a dor nem devolve quem partiu;
  • não tem um número de sessões definido para "resolver" o luto;
  • não substitui acompanhamento médico quando ele é necessário;
  • não exige que você supere nada dentro de um prazo.

A terapia faz:

  • oferece um lugar reservado para dizer o que não cabe em outros lugares;
  • ajuda a colocar em palavras o que está confuso, inclusive raiva, alívio e culpa, que são frequentes e quase nunca ditos;
  • acompanha a reorganização prática e afetiva da vida depois da perda;
  • trabalha o vínculo que existia, não só a ausência, porque a relação com quem se foi continua tendo história.

Como é o acompanhamento na prática?

  1. Primeiro contato. Você escreve pelo WhatsApp em poucas linhas. Não precisa detalhar a perda nessa hora.
  2. Combinação de horário. Definimos dia, horário e se o atendimento será presencial em Goiânia ou por videochamada.
  3. Primeira sessão. Cinquenta minutos, no ritmo que você conseguir, sem roteiro.
  4. Continuidade. As sessões costumam ser semanais, no mesmo dia e horário, o que cria uma referência estável num período em que pouca coisa está.

Minha escuta é de orientação psicanalítica: o trabalho não é de técnicas aplicadas sobre você, e sim de escutar o que a perda mexeu na sua história.

Cada perda tem um contorno próprio

Luto pela morte de pai ou mãe

Além da ausência, costuma vir uma reorganização de lugar na família. Muita gente descreve a sensação de ter passado para a linha de frente. Quando a relação era difícil ou inacabada, a perda também fecha a possibilidade de resolver o que ficou, e isso tem um peso próprio.

Luto pela morte do cônjuge ou companheiro

Aqui a perda é de uma pessoa e de uma rotina inteira ao mesmo tempo: quem dividia as contas, os planos, a cama, o sábado à tarde. Reconstruir o dia a dia sozinho é parte do trabalho, e costuma vir junto com decisões práticas urgentes.

Luto pela morte de um filho

É a perda que mais rompe a ordem esperada das coisas, e costuma vir com isolamento, porque as pessoas em volta não sabem o que dizer e se afastam. O casal, quando existe, atravessa isso em ritmos diferentes, e esse descompasso também é assunto da terapia.

Luto perinatal e perda gestacional

A perda de uma gestação ou de um bebê recém-nascido raramente encontra espaço para ser nomeada como luto. Muita gente ouve que pode tentar de novo, como se isso substituísse. É um luto por alguém que existiu como projeto, nome e futuro.

Luto por quem ainda está vivo

Acontece quando uma doença neurodegenerativa, uma dependência química ou um rompimento definitivo tiram a pessoa que aquela pessoa era, embora ela continue presente. Quem cuida costuma sentir culpa por isso. É um luto legítimo.

Atendimento presencial em Goiânia e online

O consultório fica no Alto da Glória, em Goiânia, com vagas presenciais limitadas. As sessões online acontecem por videochamada e atendem qualquer cidade do Brasil, sob a Resolução CFP nº 11/2018 e o mesmo sigilo do presencial.

Se você mora fora de Goiânia ou prefere não sair de casa agora, veja terapia para luto online. Se ainda estiver em dúvida, a comparação entre atendimento online e presencial ajuda a decidir.

Perguntas frequentes

Como funciona a terapia para luto?

A terapia para luto é um acompanhamento psicológico individual em que a pessoa encontra um espaço reservado para falar da perda no seu próprio ritmo. As sessões duram 50 minutos e costumam ser semanais. O trabalho não tem prazo fixo: varia conforme o tipo de perda, o vínculo rompido e o momento de vida de cada pessoa.

Quanto tempo dura o luto?

Não existe um prazo. A ideia de que o luto termina em um ano vem de convenções sociais, não da clínica. O que costuma mudar com o tempo é a forma como a perda ocupa o dia: a dor deixa de ser o centro de tudo e passa a caber ao lado das outras coisas da vida.

Preciso esperar um tempo depois da perda para procurar terapia?

Não. Algumas pessoas procuram nos primeiros dias, outras meses ou anos depois, às vezes quando uma data ou uma nova perda reabre a anterior. Qualquer um desses momentos é um momento possível para começar.

A terapia vai fazer a dor passar?

A terapia não apaga a perda nem promete o fim da dor. O que ela oferece é um lugar para elaborar o que aconteceu, sustentar o que dói e reorganizar a vida em torno de uma ausência que não vai deixar de existir.

Atende luto por suicídio ou perda gestacional?

Sim. Essas perdas costumam vir acompanhadas de culpa, silêncio e de uma dificuldade a mais para encontrar com quem falar. São atendidas no mesmo formato, presencialmente em Goiânia ou online.

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Para agendar uma sessão

O primeiro contato é por WhatsApp. Você conta em poucas linhas o que está buscando e combinamos um horário. Atendimento presencial em Goiânia e online para todo o Brasil.

Viviane Ferreira Pedrosa, psicóloga CRP-09/014601, Goiânia/GO. Também por e-mail: contato@vivianepedrosa.com.